30/10/2016

OpiniãoAMM: ‘Mem Martins? Isso é muito perigoso não é?’.

Texto Hugo Nicolau
(Responsável/criador deste blog 'Algueirão Mem Martins')




Se há algo que me irrita, são os constantes comentários de pessoas que não são daqui, amigos, colegas de trabalho e questionam: ‘Mem Martins? Isso é muito perigoso não é?’.

A vila transmite uma imagem negativa, perigosa que eu penso que não se justifica… no entanto é uma terra que por norma, só é falada na comunicação social por temas negativos. 
Aqui não há coisas positivas?

Existem notícias ou reportagens a salientar as qualidades da vila? Eventos? Cultura? Desporto?

Uma terra que ao longo dos anos foi perdendo a sua vertente ‘saloia’, de zona de férias de gentes de ‘Lisboa’ que aqui vinham respirar os frescos ares da Serra, mas soube bem receber diversas etnias, diferentes nacionalidades, pessoas mais carenciadas. Ainda recentemente, conheci uma sra nonagenária que reside em Lisboa e mantêm a sua casa de férias no Algueirão…  

As gestões autárquicas não souberam valorizar a ‘imagem’ de AMM, certamente dando mais importância a outro tipo de problemas. A imagem da vila tem de ser trabalhada, tem de ser melhorada… é importante/fundamental transformar a ‘imagem’ desta terra, valorizando a nossa história, o nosso passado… Uma terra com uma boa imagem, dará certamente muito mais orgulho em aqui ser residente.

Era tão bom viver numa terra onde temos orgulho de viver…

28/10/2016

[TVI24] Afinal quantos bebés desapareceram ontem em Mem Martins? [video]

Bombeiros foram chamados duas vezes para o Casal S. José no mesmo dia. Primeiro, um bebé encontrado no patamar de um prédio e, à noite, para assistir uma mulher que se queixou que não sabia do filho.


O bebé encontrado na escada de um prédio de Mem Martins foi abandonado ou raptado? Todas as hipóteses estão agora em aberto, cerca de 24 horas após ter sido dado o alerta para a criança encontrada por um morador do Casal de São José, em Mem Martins, Sintra.
Faltam várias peças neste puzzle, que começou a ser montado pelos Bombeiros do Algueirão-Mem Martins pelas 22:00 desta quarta-feira, quando foram chamados para socorrer uma senhora que se sentia mal e que dizia não saber do seu bebé. As “coincidências” não podiam ser ignoradas.
Av. Cândido de Oliveira
“Pelas 22:00 recebemos uma chamada para uma doença súbita”. Chegados ao local, os bombeiros testemunharam que o casal “relatava que não sabia onde estava uma criança de dois meses que era filha deles”.
Ora, “a senhora correspondia à descrição da pessoa que deixou a criança” horas antes, na escada de um prédio, a pouca distância dali, pelo que, face às “coincidências”, a “equipa optou por chamar a polícia”, como explicou Joaquim Leonardo, Comandante dos Bombeiros do Algueirão-Mem Martins.
O Comandante frisou que os bombeiros “não sabem” se a mulher levada para o hospital, na noite desta quarta-feira, é a mãe do bebé.
A mulher foi transportada para o Hospital de Cascais, para onde o mesmo corpo de bombeiros levara o bebé.


“Pelas 14:00 de ontem [quarta-feira] recebemos uma chamada para uma criança abandonada que teria entre um e dois meses. Já se encontrava lá no local a polícia e fizemos o transporte da criança para o hospital”, declarou Joaquim Leonardo.
O Comandante acrescentou à TVI que o bebé estava “bem” e “não tinha sinais de maus-tratos”. Manuela Nunes, do café próximo do prédio em que a criança foi encontrada, afirmou que o menino estava “limpinho” e “estimadinho”.

A dona do café do Casal de São José contou à TVI como tudo aconteceu. O vizinho Joaquim entrou no prédio ao mesmo tempo que uma mulher com um carrinho de bebé. Não a conheceu, mas pensou que ela ia visitar alguns dos seus vizinhos. Já da janela, viu a mesma mulher sair, pouco depois, já sem o bebé e foi quando ouviu “chorar”.
“Clinicamente, a criança está bem. O caso já foi sinalizado e entregue às entidades competentes", disse fonte do Hospital de Cascais, esta quinta-feira, à TVI24. 
A investigação está a cargo da Polícia de Segurança Pública, que tenta agora juntar as peças que faltam do puzzle. Falta perceber se estamos perante um caso de exposição ao abandono ou de um rapto. Fonte da PSP confirmou que uma mulher foi identificada “mais tarde”.

23/10/2016

[RTP] DDT - Maria Leal [video]

Alguém sabe a que Bar de Karaoke é que ela se refere :) :)


OpiniãoAMM: O Centro de Saúde

Texto Hugo Nicolau
(Responsável/criador deste blog 'Algueirão Mem Martins')


Por Algueirão Mem Martins, um tema quase constante entre a população, já com alguns anos é referente ao Centro de Saúde da Estrada de Mem Martins, que efectivamente ficou parado no tempo, implantado num edifício de habitação com muitas adaptações.

É evidente que a Vila merece melhores instalações, no entanto, o prometido Centro de Saúde na Antiga Fabrica da Messa, no bairro da Eiras, será uma boa solução??? Numa extremidade da Freguesia? Descentralizando mais um serviço do centro da freguesia?

E as pessoas da outra extremidade da freguesia, numa vila onde é claramente visível o envelhecimento da população? Os transportes públicos não são de grande qualidade. E a Câmara Municipal investe na requalificação da Av. Chaby Pinheiro e zonas envolvente para depois afastar os serviços? Incentivando a desertificação da zona típica do comercio tradicional e dando origem a uma zona mais insegura?
Pior que a desadequação do edifício à sua utilidade, a diária fila de espera pela manhã, na rua, independemente do estado do tempo, é um triste cenário para os utentes de todas as idades deste Centro de Saúde…

E o Atrium Chaby abandonado… ali tão perto…

Humoristas em fuga... [video]

E foram vistos pela vila...


22/10/2016

[Mais Futebol] Pedro Ró-Ró: do Benfica à seleção do Qatar em 10 anos

Entrevista-Maisfutebol com o defesa de 26 anos, nascido em Mem Martins e desde 2010 no Médio Oriente, a pensar no Mundial. «É uma história incrível, não é?»
Português da Linha de Sintra joga na seleção do Qatar e é colega do cérebro catalão no Al Sadd. Por Pedro Jorge da Cunha       18 out, 10:24 
http://www.maisfutebol.iol.pt/entrevista/pedro-correia/pedro-ro-ro-do-benfica-a-selecao-do-qatar-em-10-anos


Xavi Hernandez. O maestro do maravilhoso Barcelona de Pep Guardiola e da seleção de Espanha está no Qatar, em final de carreira. Aos 36 anos, o catalão é colega de equipa de Pedro Correia, defesa português que encontrou no Médio Oriente um excelente caminho para elevar a dimensão da carreira.
Em entrevista ao Maisfutebol, Pedro Ró-Ró fala da relação especial com Xavi e da ligação forte a Jesualdo Ferreira, compatriota e treinador deste Al Sadd.A conversa é cheia de curiosidades e chega ao ponto de Pedro recordar as refeições que fez sem colher nem garfo. Sim, no Qatar é perfeitamente normal comer com as mãos. Um hábito salutar, enraizado na cultura do país que receberá o Campeonato do Mundo de 2022.
Mem Martins SC: Ró-Ró é o 3º em baixo a contar da esquerda
(foto enviada por Luís M. Loureiro, o 1º da esquerda, em cima)
A conversa é cheia de curiosidades e chega ao ponto de Pedro recordar as refeições que fez sem colher nem garfo. Sim, no Qatar é perfeitamente normal comer com as mãos. Um hábito salutar, enraizado na cultura do país que receberá o Campeonato do Mundo de 2022.

Ró-Ró, 26 anos, começou a jogar nas escolinhas do Mem Martins SC, treinado por Luís Miguel Loureiro. Avançado de origem, inspirou-se na dupla ROnaldo-ROmário para criar e eternizar a alcunha.


Uma carreira rara e bonita, até Doha.
PARTE I: do Benfica à seleção do Qatar em dez anos

MF – No Al Sadd há um colega famoso. O que tem aprendido com o Xavi?
PC – O Xavi é o Xavi (risos). É um privilégio estar com ele todos os dias. No meu primeiro dia no Al Sadd, ao entrar no balneário, o primeiro abraço que recebi foi do Xavi. Levantou-se e veio ter comigo, a desejar-me boa sorte e que podia contar com ele. Como é que um jogador que já ganhou tudo consegue ter esta humildade? É um monstro sagrado do futebol. 

MF – O Xavi já tem 36 anos. Ainda é competitivo em campo?
PC – É um profissional irrepreensível. Corre com bola e sem bola, adora comunicar e ajudar todos os colegas no posicionamento. Jogar com ele no mesmo clube é uma lição diária de futebol. A forma como ele passa a bola… é a perfeição dentro de um relvado. Falamos muito no balneário sobre o Real Madrid e o Barcelona (risos). 
MF – O Pedro é adepto do Real Madrid? 
PC – Eu só sou adepto do meu Benfica, mas simpatizo com o Real Madrid. Por isso estamos sempre a brincar e em picardias. O Xavi a defender o Barcelona e eu o Real. 
MF – O professor Jesualdo junta-se a essas brincadeiras? 
PC – A estas não, mas é um homem que gosta de brincar. Aprendi imenso com ele no último ano. Evoluí muito em todos os aspetos: posicionamento, concentração, abordagem aos lances. O professor investe muito tempo nos treinos a corrigir esses detalhes.
Pedro 'Ró-Ró' atrás do capitão Xavi numa foto do Al Sadd
MF – Há tempo para estarem juntos fora dos treinos e jogos? PC – Eu sou uma pessoa reservada e passo os meus tempos livres mais em casa, com a família. Nas raras vezes que saio é para jantar fora. Normalmente em restaurantes de hotéis. Também já fui ao Dubai e a Abu Dhabi passear, é uma zona com uma extraordinária oferta. 
MF – Integrou-se facilmente no país? A maioria dos habitantes é muçulmana. 
PC – Há coisas muito diferentes, mas dou o exemplo da minha namorada. Anda completamente à vontade comigo, não usa burka nem anda tapada. O ambiente é pacato, de grande respeito. O mais estranho é ter de comer com as mãos em alguns jantares (risos). Eles não usam garfo, nem colher. Uma vez fui jantar fora e tive de comer carneiro e arroz com as mãos. Também não é possível beber bebidas alcoólicas, a não ser dentro dos hotéis internacionais. 
MF – E já consegue falar Árabe? 
PC – Comunico essencialmente em Inglês, mas já consigo dizer várias palavras em Árabe. Aliás, sou amigo de vários qataris e estou bem integrado socialmente. O meu contrato vai até 2020 e não me passa pela cabeça sair daqui nesta altura. Tenho saudades de Portugal, mas estive um mês e meio em casa no verão e voltarei no Natal. 
MF – Como se descreve enquanto atleta? Em Portugal poucos o conhecem. 
PC – Sim, eu sei, ainda não tinha dado entrevistas sequer. Sou um jogador humilde, lutador, capaz de jogar como defesa central ou lateral direito.
Um golo extraordinário de Pedro Ró-Ró na liga do Qatar:
MF – Tem o Xavi como colega de equipa. Com ele é fácil ganhar jogos na liga do Qatar?
PC – O ano passado fomos terceiros, por isso não (risos). A liga tem um nível muito razoável e excelentes estádios. É verdade que as bancadas só enchem nos jogos grandes, mas o povo está também a aprender a relacionar-se com o futebol. Esta época temos duas vitórias em dois jogos. Vamos atrás do título. 

MF – Jogou cinco anos no Benfica. Em que circunstâncias saiu do clube? 
PC – Fui do Mem Martins para lá e fiquei cinco anos. Saí porque era muito pequeno. Foi isso que me disseram quando decidiram emprestar-me. Primeiro ao Estrela da Amadora e depois ao Estoril. Diziam que eu não tinha corpo para ser defesa. Eu peço desculpa pela imodéstia, mas sempre fui um dos melhores da equipa nos anos em que lá estive.  
MF – Ao sair do Benfica sentiu que o sonho de ser profissional ficava mais longe? 
PC – Sim, mas eu gosto de desafios e aventuras. Aos 16 anos decidi sair de casa. Um colega meu falou-me da possibilidade de jogar nos juniores do Sp. Farense, no Algarve. Foi no Farense que me estreei no futebol sénior. De lá saí para o Aljustrelense, no Campeonato de Portugal, e de lá para o Qatar.
Doha, capital do Qatar, 32 graus centígrados a acompanhar o crepúsculo. Pedro Correia, Ró-Ró, já não estranha o calor. A temperatura do deserto urbano deixou de lhe ser insuportável, mesmo que no verão os termómetros atinjam os 45 graus.
«Agora até está fresquinho», brinca o internacional qatari, nado e criado em Mem Martins, no bairro do Casal de São José.

Sim, Pedro Correia representa a seleção do Qatar há três meses. Tem 26 anos, já soma nove internacionalizações e sonha com as presenças nos próximos Mundiais: 2018 e 2022, este a realizar precisamente no país asiático.

Uma história absolutamente rara, explicada na primeira pessoa ao Maisfutebol por um atleta com um passado rico nas escolas de formação do Benfica – cinco temporadas – e que partilha o balneário com o eterno Xavi Hernandez no Al Sadd.
Clube, de resto, treinado por Jesualdo Ferreira.



«Aprendi a amar as pessoas do Qatar»
De um bairro dos subúrbios de Sintra à ostentação da Tower Zone em Doha. Transformação completa na vida de Pedro, desde sempre Ró-Ró para os amigos.
Como relatar este percurso tão improvável? Bem, saltemos para 2010 e para o dia em que um empresário o levou de Aljustrel para o Al Ahli.
«Fiz três jogos no Aljustrelense, estava muito bem. Na altura, o Pedro Russiano [atual adjunto de Álvaro Magalhães no Gil Vicente] jogava no Bahrain e indicou o meu nome a um empresário. Fui fazer testes ao Al Ahli, mas só podiam ficar com um estrangeiro e havia dezenas de candidatos. Correu-me tudo bem e fiquei».

Seis anos depois, Pedro Correia continua no Qatar e tem «mais quatro anos de contrato pela frente». «Jogo no Al Sadd e, entretanto, naturalizei-me e represento o país. Posso garantir que não é por dinheiro. Aprendi a amar estas pessoas, sempre gentis, e tenho a motivação de estar em Campeonatos do Mundo».

O Qatar, explica o defesa lateral/central, está num período de «completa transformação». Social, económica e desportiva.

«O povo está eufórico com a realização do Mundial2022, há imensas obras por todo o lado e o investimento é brutal. O nosso estádio, por exemplo, é o único do mundo com ar condicionado. É, aliás, impossível jogar futebol sem ser nessas condições».
A naturalização foi célere. Pedro cumpriu o requisito mais apertado (cinco anos de residência no país) e foi desafiado pelos responsáveis da federação.
«Eu sou português, serei sempre, mas aprendi a ser qatari também. Dialoguei com a minha família, com o meu empresário e todos disseram que eu devia aceitar o desafio. Já tenho muitos amigos árabes e a minha vida continuará a passar por cá».
Em 2022, Ró-Ró quer que o Qatar organiza o «melhor Mundial de sempre». «E eu quero estar lá, claro (risos). Tive de sair do clube do meu coração, o Benfica, aos 16 anos. Uma década depois tornei-me jogador da seleção do Qatar. Incrível, não é?».

«Estamos na luta pela presença no Mundial da Rússia»
«Paraíso de tranquilidade», «povo respeitador», «riqueza infinita». Pedro Correia utiliza estas expressões quando instado pelo Maisfutebol a falar sobre o Qatar, um Estado acusado vezes sem conta de graves problemas internos, nomeadamente na forma como tem gerido a mão de obra responsável pela construção dos novos estádios.
«Escravatura? Sinceramente nunca me apercebi de nada. Apenas confirmo que estão a transfigurar vários pontos do país. Estradas, linhas de Metro, prédios…»
O principal problema, insiste, está relacionado com as condições atmosféricas, embora o comité organizador do Mundial esteja empenhado em atenuar os ditames da Natureza.
«Tudo está a ser tratado. Eles vão climatizar os estádios, jogadores e adeptos terão excelentes condições. No Qatar é assim, as coisas acontecem. De outra forma, seria fisicamente impossível haver jogos durante o dia».
Pedro Correia (à direita) com a camisola do Al Sadd
Na sua seleção, Pedro Ró-Ró Correia é treinado pelo experiente Jorge Fossati, uruguaio de 63 anos. O Qatar nunca esteve em nenhum Campeonato do Mundo, embora apresente resultados interessantes nas provas do continente asiático.
Pedro assegura que Fossati está a construir «uma seleção de qualidade» e capaz de estar já no próximo Mundial.

«Há mais atletas naturalizados [Rodrigo Tabata, do Brasil, e Sebastián Soria, do Uruguai] e o nível do país aumentou muito com a aposta em treinadores competentes nos escalões de formação. Vencemos a Síria no último jogo de qualificação e estamos na luta».

No Grupo A de qualificação asiática, o Qatar soma três pontos e segue atrás de Irão, Uzbequistão e Coreia do Sul. Os dois primeiros passam à próxima fase, o terceiro terá de jogar um play-off.

'Eleições Autárquicas' em 2017


As ‘Eleições Autárquicas’ vão realizar-se já no próximo ano, e já se ouvem boatos sobre as possíveis candidaturas à ‘Câmara Municipal Sintra’ e à ‘Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins’…

Correm ventos de novos rostos, novas ideias que vão surgir na freguesia… aguardamos surpresa??? 


‘Grupos de cidadãos’ a fazer frente a ‘Partidos Políticos’?

O que gostavas que fosse prometido para os próximos mandatos referente à vila???

[CMSintra] Requalificação da Rua Horta de Fanares está concluída

A Câmara Municipal de Sintra já concluiu os trabalhos de requalificação da Rua Horta de Fanares, em Mem Martins.
Os trabalhos decorreram no âmbito do Plano de Recuperação de Vias Rodoviárias do concelho e consistiram no reperfilamento do arruamento, criação de lugares de estacionamento no lado esquerdo da via (sentido ascendente) e beneficiação dos passeios e pavimento rodoviário.

Esta intervenção, que decorre no âmbito da "Empreitada de Reabilitação de Pavimentos e Sistemas de Drenagem na Freguesia de Algueirão - Mem Martins "pretende promover o incremento da segurança rodoviária e a valorização do espaço público, e tem um investimento global contratualizado de € 259,666,00 + IVA.
http://www.cm-sintra.pt/requalificacao-da-rua-horta-de-fanares-em-mem-martins-esta-concluida

[sintranoticias] Pavilhão Desportivo na Tapada das Mercês vai ser recuperado

O auto de consignação para a empreitada de recuperação da cobertura do Pavilhão Desportivo da Escola Maria Alberta Menéres, na freguesia de Algueirão Mem Martins, no concelho de Sintra vai ser assinado hoje, às 15 horas, pela Câmara de Sintra.
A cerimónia de assinatura decorre na Escola Maria Alberta Menéres, que se situa na Rua Padre Alberto Neto, Tapada das Mercês.
http://sintranoticias.pt/2016/10/17/cobertura-pavilhao-desportivo-na-tapada-das-merces-vai-recuperado/

12/10/2016

Teatro - 'Uma Questão de Sexo ou de Morte'


Dia 15 de Outubro, no Progresso Clube, no Algueirão, venha assistir a uma comédia inesquecível... "UMA QUESTÃO DE SEXO OU DE MORTE". Não falte!

09/10/2016

Banda Ao Acaso - 'Foi' versão 2016 acústica

Alguém se lembra da banda 'Ao Acaso'??


A banda 'Ao Acaso' teve origem nos anos 90' em Mem Martins, entre um grupo de amigos, da Escola Secundaria de Mem Martins.




Os membros tiveram algumas mudanças com o tempo, e a constituição final foi a seguinte:
Bruno 'Joker' Lopes - Guitarra BaixoCarlos 'Chuchu' Guerreiro - Guitarra Ritmo & VozHenrique 'Kiko' Redondo - Gutarra SoloSérgio 'Aracno' Coelho - TecladosTelmo 'Prioste' - Bateria

Vocalista - Carlos Guerreiro
Passados 20 anos, surgiu uma versão acústica de uma das musicas da banda: 'Foi'...

Abaixo, assiste ao video clip

Dedicação da Igreja de Nossa Senhora da Natividade - Mem Martins [Video]

Video da Dedicação da Igreja de Nossa Senhora da Natividade (Igreja Azul), paróquia de São José de Algueirão, Mem Martins e Mercês.

08/10/2016

[manda-te] Abertura da Brico Dépôt em Sintra gera 78 novos postos de trabalho

http://manda-te.com/empregos/abertura-da-brico-depot-em-sintra-gera-78-novos-postos-de-trabalho/
Uma nova loja de Bricolage Brico Dépôt abriu dia 5 de outubro em Sintra, numa cerimónia que contou com a presença da secretária de Estado da Cidadania e da Igualdade, Catarina Marcelino, o presidente da Câmara de Sintra Basílio Horta, e o diretor Geral da Brico Dépôt Ibéria, Christophe Déput.
O investimento, avaliado em cerca de 14 milhões de euros, resultou na criação de 78 novos postos de trabalho. O novo espaço situa-se junto ao IC19 no antigo terreno da Campofrio, a antiga Fricarnes.
De acordo com o presidente da Câmara, “Quando são investimentos que criam postos de trabalho, úteis à nossa economia, podem contar com a Câmara de Sintra. Nós somos um concelho amigo do investidor”.
As razões do investimento prendem-se com a necessidade de “atrair e manter investimento, recuperar espaços abandonados, dar-lhe um efeito útil para a sociedade, criar emprego e obviamente fazer o progresso da nossa terra”.

http://manda-te.com/empregos/abertura-da-brico-depot-em-sintra-gera-78-novos-postos-de-trabalho/

05/10/2016

[Sintranoticias] Loja Brico Dépôt abriu hoje ao público em Mem Martins

Abriu hoje ao público, em Mem Martins, no concelho de Sintra, uma nova loja Brico Dépôt, empresa de artigos de bricolage e construção, com lojas em Gaia, Loures e agora, no concelho de Sintra.

“Quando são investimentos que criam postos de trabalho, úteis à nossa economia, podem contar com a Câmara de Sintra", disse Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra

Trata-se de uma grande superfície de bricolage e materiais de construção, situada junto ao IC19, no antigo terreno da Campofrio, antiga Fricarnes, espaço que obrigou à demolição da antiga unidade industrial e à construção desta nova loja do grupo.
Com a abertura da Brico Dépôt, no concelho de Sintra, foram criados 78 novos postos de trabalho num investimento de cerca de 14 milhões de euros. “O investimento não estava certo em Portugal e tivemos que fazer um forcing”, disse o presidente da Câmara de Sintra, na sessão de abertura, destacando “um grande investimento” realizado no concelho de Sintra.
“Quando são investimentos que criam postos de trabalho, úteis à nossa economia, podem contar com a Câmara de Sintra. Nós somos um concelho amigo do investidor”, disse Basílio Horta, destacando o propósito da “estratégia”, do município para “atrair e manter investimento, recuperar espaços abandonados, dar-lhe um efeito útil para a sociedade, criar emprego e obviamente fazer o progresso da nossa terra”, como aconteceu com a instalação da loja Brico Dépôt, em Mem Martins.
SINTRA É A TERCEIRA LOJA, DO GRUPO QUE ESTÁ PRESENTE 
EM 10 PAÍSES COM MAIS DE 1200 LOJAS
A cerimónia contou com a presença da secretária de Estado da Cidadania e da Igualdade, Catarina Marcelino, Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra e o diretor Geral da Brico Dépôt Ibéria, Christophe Déput.
Com uma área de 4900 metros quadrados, a loja e possui mais de 10 mil referências em stock. A Brico Depôt Iberia integra o grupo britânico Kingfisher, líder europeu e terceiro a nível mundial, na área da distribuição de materiais de construção e Bricolage.

O grupo conta Instalou-se em Portugal em 2014, com a abertura de duas lojas da cadeia Brico Depôt, em Vila Nova de Gaia e Loures. Sintra é a terceira loja, do grupo que está presente em 10 países com mais de 1200 lojas.