30/08/2014

Cartaz das festas no cruzeiro... (nova tradição)

Tornou-se tradição...
(cartazes da festa no cruzeiro)
para quem não sabe,
aqui deixo a explicação e o significado do Cruzeiro de Mem Martins 
(clica abaixo)

29/08/2014

Bombeiros - antigo carro 'Pó Químico'

Quem se lembra do antigo veiculo 'Pronto Socorro Especial "Pó Químico"' dos Bombeiros Voluntários de Algueirão Mem Martins?
(será que ainda existe clássico de origem britânica?)

27/08/2014

Bombeiros - antigo carro desencarcerador

Quem se lembra do antigo veiculo desencarcerador dos Bombeiros Voluntários de Algueirão Mem Martins?
(será que ainda existe?)

19/08/2014

Publicidade 'Beirobra'

Há marcas marcas de um passado relativamente recente...que ainda não se apagaram...  (rua major aviador Humberto Cruz, Mem Martins)

DPD Lançamento 2ºCD em Mem Martins

Sábado 6 Setembro na Rua Santos Carvalho
São Carlos, Mem Martins

18/08/2014

Memórias de Família - Para inglês ver

Não foi na Primeira Guerra Mundial que nasceu a expressão “para inglês ver” mas ela parecer ter sido talhada para um dos episódios passados na guerra que Gaspar Santos, português que foi oficial médico do Corpo Expedicionário Português em França, mais contava em família e que os punha a todos a rir lá em casa, contaram ao PÚBLICO a sua neta, Leonor Santos, e o seu filho, Emílio Santos.
Gaspar Santos esteve em França de Maio de 1917 até Agosto de 1918. Um dia um soldado português foi trazido, sob prisão, por um oficial inglês “por ter andado a roubar sulipas para se aquecer”, aquelas travessas da madeira em que assentam os carris de caminho-de-ferro, explica a neta. O oficial inglês vinha denunciar a grave falha ao oficial português mais graduado, para que tomasse medidas. Gaspar Santos pôs semblante carregado. O tom veemente com que estava a falar ao seu conterrâneo fazia-o parecer solidário com o inglês mas o aparente ralhete foi algo como: “então você deixou-se apanhar pelo inglês, tem que roubar mas não pode deixar que os ingleses o apanhem e não se atreva rir-se”, reconstitui Leonor Santos, que tem 52 anos e ainda conviveu com o avô durante 24 anos.
Para Leonor Santos, este episódio cómico é bem o espelho da pessoa que o avô era. “Um homem fantástico, inteligentíssimo”, um militar que se via sobretudo como médico e que distinguia bem entre “ordens estúpidas e ordens inteligentes”, ele fazia por apenas acatar as segundas, diz. “Quando não faziam sentido não eram para se cumprir”. Como oficial, Gaspar Santos tinha uma vida privilegiada face aos soldados, mas conhecia-lhes as dificuldades, conta o filho, sabia bem que as condições miseráveis em que viviam os soldados portugueses, que para se aquecerem até a sulipas de linhas férreas tinham que recorrer. “Foi médico militar até ao resto dos seus dias mas não havia pessoas mais antimilitarista”, lembra o filho. A cena termina com o oficial inglês a agradecer-lhe a reprimenda.

Neta e fillho lembram também como ele lhes contava como faziam pouco dos portugueses por andarem agasalhados com as pelicas alentejanas de pele de carneiro e que por causa dessa vestimenta lhes começaram a chamar mé-més. Os franceses também encaravam com estranheza o facto de os portugueses lhes irem às hortas roubar as folhas dos nabos, que eles não aproveitavam. Como estavam incorporados nas tropas inglesas, serviam-lhes rações daquele país, e o que eles queriam era “a sopinha portuguesa”, comenta Emílio Santos.
O espírito independente do avô esteve presente até ao fim da vida, conta Leonor Santos. “Quando os netos lhe faziam uma pergunta nunca nos dava a solução, punha-nos a pensar”, andava sempre a dizer-lhes “é preciso exercitar a massa cinzenta”.

Leonor Santos lembra que este seu espírito independente esteve presente desde cedo. O avô acabou o curso em 1915 e, nessa altura, escolheu como tese de final de curso a questão do aborto como um problema de saúde pública. “O júri não o deixou defender a tese, deram-lhe uma tese em substituição que já estava feita. A cabeça andava mais à frente do que o seu tempo”. O avô era também membro da Maçonaria.
A família dá mais importância a estas memórias vivas do que aos objectos que ficaram desse tempo. Mas ainda restam alguns lá por casa, algumas fotos, cartas e postais, o capacete enferrujado, o capote usou-o filho  até ficar estragado e as fardas estiveram num baú mas acabaram por ser comidas pelas traças, conta Emílio Santos.

A ida para França, e antes disso (entre 1916 e 1917) a sua colocação no Norte de Moçambique, onde esteve também durante a Primeira Guerra Mundial com a Cruz Vermelha, serviu indirectamente à família para conhecer os hábitos dos seus antepassados desse tempo. Porque ficou muita da correspondência que a família lhe mandava. Ele era o segundo mais velho de oito irmãos. Se não fosse a guerra talvez Leonor não soubesse tanto de como eram as suas vidas naqueles tempos em Portugal, de como eles viviam em Lisboa e iam passar as suas férias à Trafaria e à Algueirão, que hoje são subúrbios de Lisboa. O avô guardou as muitas cartas que recebia da família e Leonor acha sempre piada ao postalinho do lagarto do Jardim zoológico de Lisboa enviado para França ao irmão que estava na guerra pela irmã mais nova. Com apenas oito ano a pequena Marieta, de oito anos, terminava a carta para o seu “querido Gaspar” com a espontaneidade de quem é criança: “já estou maçada de escrever”.

17/08/2014

Curta Metragem: '2725 Para além do preconceito'



2725 Para Além do Preconceito, foi uma curta metragem realizada no âmbito da disciplina de Filme Etnográfico no curso de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.


O nosso objectivo é desconstruir a imagem preconcebida que existe à cerca do Rap, neste caso com a ajuda do rapper Tem.P dos GrogNation. Esta curta metragem vai para além do preconceito.
Realizado por Bruno Castelejo, David Felgueira e Pedro Carvalho
Agradecimento especial; Harold Tembe - Tem.P - GrogNation


Nuno Azinheira - Formação Jornalismo: Pare, Escute e Olhe

Muitos conhecem-me dos tempos da Rádio Ocidente, ou da Escola Secundária de Santa Maria, onde fui aluno e onde a minha mãe deu aulas, ou, claro, da freguesia de Algueirão - Mem Martins, onde vivi até aos 20 anos e onde o meu pai foi médico durante tantos anos.

Deixo-vos esta proposta. Todos temos sonhos, gostos ou filhos, sobrinhos ou amigos que têm vontade de ser jornalistas. Pode ser uma boa possibilidade. O curso de formação Jornalismo: Pare, Escute e Olhe é uma ação pós-laboral de 25 horas que começa já em setembro, tem desconto de 10% para inscrições até ao dia 15 de agosto.


E ainda temos condições especiais para desempregados. Informações e inscrições pelo 213 540 542 e pelo email geral@palavrasditas.pt.
(Clica na foto acima)



13/08/2014

Perigo - Sinalética na 'Estrada de Mem Martins'

Alerta
A sinalética com as informações de direcções rodou sobre o seu eixo, no cruzamento da Estrada de Mem Martins com a Rua das vagens e a Travessa das vagens (cruzamento limite entre a freguesia de Algueirão Mem Martins e a freguesia de Rio de Mouro)...


Criou-se assim uma situação perigosa para os mais distraídos... as setas que indicam a direcção para Sintra, Algueirão, Mem Martins e 'serviço de urgência basica' sugerem o sentido proibido da Estrada de Mem Martins... 


(situação já corrigida)



SUB Mem Martins - Descartado caso de Ébola

Descartado mais um caso suspeito de Ébola em Portugal 

As autoridades de Saúde descartaram esta manhã mais um caso suspeito de Ébola em Portugal. Trata-se de homem de 47 anos, mecânico de aviões, que chegou da Serra Leoa, no dia 2 de Agosto. Apresentava sintomas como vómitos, e acabou por ser transportado pelos Bombeiros de Mem Martins para o Hospital Amadora Sintra, depois de se ter dirigido à urgência básica local. Segundo a RTP apurou junto do Diretor-geral de Saúde, Francisco George, o homem foi sujeito a testes que deram negativo ao vírus do Ébola.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=759063&tm=2&layout=122&visual=61


Homem de 47 anos, que esteve na Libéria, suspeitou ter contraído vírus e foi internado e foi internado, mas afinal era um enfarte.
Um homem que esteve de 47 anos, que esteve a trabalhar na Libéria e regressou no dia 2 de agosto a Lisboa, dirigiu-se ontem ao Serviço de Urgência Básica de Sintra, em Algueirão-Mem Martins, por suspeitar de que tinha contraído o vírus ébola, conta o Correio da Manhã.
Mecânico de helicópteros de profissão, o homem apresentou-se com febre e sensação de mal-estar no estômago e no peito. Segundo afirmou ao CM fonte oficial do hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, o despiste permitiu verificar que não se tratava de ébola mas sim de um problema de origem cardíaca.

11/08/2014

Ébola: Falso alarme em Mem Martins


Homem de 47 anos, que esteve na Libéria, suspeitou ter contraído vírus e foi internado, mas afinal era um enfarte. Um homem de 47 anos, que esteve a trabalhar na Libéria e regressou no dia 2 de agosto a Lisboa, dirigiu-se ontem ao Serviço de Urgência Básica (SUB) de Sintra, em Algueirão-Mem Martins, por suspeitar de que tinha contraído o vírus ébola. Mecânico de helicópteros de profissão, o homem apresentou-se com febre e sensação de mal-estar no estômago e no peito. O facto de ter estado num dos países africanos afetados pelo surto levou-o a temer que tinha contraído a doença. Foi observado pela médica de serviço no SUB, que seguiu as indicações definidas nos protocolos para despiste da doença para pessoas que estiveram nos países afetados.

Segundo afirmou ao CM fonte oficial do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), o despiste, que foi realizado com o auxílio de uma linha de apoio a profissionais de saúde, permitiu verificar que não se tratava de ébola mas sim de um problema de origem cardíaca. Foi então ativada uma ambulância de socorro dos Bombeiros Voluntários de Algueirão-Mem Martins (BVAMM), que transportou o doente para o Hospital Amadora-Sintra. Os exames realizados confirmaram que o homem sofreu um enfarte do miocárdio, segundo revelou ao CM a fonte do Amadora-Sintra.

Ao início da noite de ontem, estava internado na Unidade de Cuidados Intensivos Coronários em situação estável. Joaquim Leonardo, comandante dos BVAMM, conta uma versão diferente e garante que os tripulantes da ambulância estavam convencidos de que se tratava de uma suspeita de ébola. "Pelas 11h05 recebemos um pedido normal para transporte de um doente para o Hospital Amadora-Sintra. À chegada ao SUB é que foi dado conhecimento à equipa de que o transporte seria feito com assistência de um médico e que era uma suspeita de ébola. A equipa achou estranho porque esse tipo de transporte é feito pelo INEM. A equipa confiou na decisão do médico e fez o transporte, mas podia ter recusado", disse. Graça Freitas, da Direção-Geral da Saúde, confirmou ao CM que "o doente foi internado com outra patologia, que não o ébola".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/ebola-falso-alarme-em-mem-martins.html

09/08/2014

Alagamares - Visitou ao museu 'Psiquiatria e História' em Algueirão Mem Martins

A Alagamares promoveu na manhã do dia 2 de Agosto uma visita ao Museu São João de Deus – Psiquiatria e História, instalado na Casa de Saúde do Telhal, na estrada do Telhal, Casal da Mata.

clica no link abaixo

02/08/2014

[SaloiaTV] Mem Martins Fora D'horas 2014 (video)

Os comerciantes de Mem Martins organizaram uma acção de vendas fora de horas e no passado sábado dia 27 de Julho mantiveram abertas as suas lojas até às 23 horas com animação nas ruas. A iniciativa foi um êxito.